Desde quando o desenvolvimento do 5G é um assunto relevante?

A discussão sobre o desenvolvimento de novas gerações de tecnologia móvel não são uma novidade no mercado de telecomunicação. O assunto tem sido pauta de inúmeras empresas desde a criação do celular, discutindo desde o custo da criação desta nova geração de telecomunicação móvel, até que ponto que se faz necessário o aumento dos níveis de transmissão das redes móveis, o nível de energia utilizada para sustentar essa transmissão de dados e, também, quais benefícios poderiam ser gerados.

Ainda, dentro destes tópicos, os níveis de discussão e o surgimento de novos dilemas são inimagináveis.

Como forma de nos situar em um momento inicial destas discussões, nas décadas de 60 e 70, estudos sobre o que seria o 5G indicavam uma preocupação dos cientistas com a demonstração de que a tecnologia de radiação não-iônica usada poderia levar a alterações de comportamento animal e humano, já que a frequência usada interferiria em atividades cerebrais do usuário.

Tudo sobre a LGPD - Lei de proteção aos Dados do Brasil
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Com o medo de que estes resultados fossem irreparáveis, ao passar dos anos novos programas de pesquisa começaram a surgir, focados em encontrar formas seguras do uso desta tecnologia. Em 2008, um primeiro programa iniciou suas pesquisas para desmitificar o 5G, na Coréia do Sul. Outros programas começaram a ser lançados, principalmente na Ásia, financiados por grandes empresas, como Huawei, Telefonica Europa, Fujitsu Laboratories Europa, Resohde& Schwarz e Aircom Internacional.

Na Europa, no início de 2013, mais de € 50 milhões foram destinados apenas para pesquisas no setor das telecomunicações, de forma a se entregar uma tecnologia móvel em 5G segura até 2020. Mais tarde, no mesmo ano, a Samsung saía na frente e já anunciava que havia criado o primeiro sistema de “5G” do mundo. Foi um primeiro passo para o estabelecimento de um futuro real para as telecomunicações, uma vez que uma rede em 5G proporcionaria conexões inteligentes, mesmo com um volume gigantesco de dados.

Em suma, se o 2G foi projetado para voz, o 3G para dados, e o 4G para aplicações de grande fluxo de dados (como streaming de música e vídeo), o 5G foi pensado para ser o sistema mais eficiente criado, de forma inteligente e que suporte uma enorme quantidade de dados com um grande número de dispositivos conectados, conseguindo ainda mais rendimento e melhores resultados quando muitas pessoas estão usando a rede perto da mesma antena ou mesmo que se movimentem com velocidade, indo em sentido completamente oposto ao da atual versão de antenas de distribuição de sinal.

No Brasil, o governo começou, em 2019, a tratar das questões envolvendo o lançamento do 5G. Estas redes de quinta geração devem ser lançadas no país depois de 2021, quando o restante do mundo já tiver adotado a tecnologia, que promete velocidades superiores a 1 Gb/s e menor latência para a internet das coisas.

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